Repositório Institucional UNICID Campus Tatuapé Dissertações Mestrado Acadêmico em Educação
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Campo DCValorIdioma
dc.creatorRamos, Érica Steffen-
dc.date.accessioned2023-05-11T13:13:11Z-
dc.date.available2023-05-11T13:13:11Z-
dc.date.issued2023-02-28-
dc.identifier.citationRAMOS, Érica Steffen. Educação jurídica a distância: o que pensam profissionais e estudantes de direito?. 2023, 153 f. Dissertação (Mestrado em Educação) – Universidade Cidade de São Paulo, São Paulo, 2023.pt_BR
dc.identifier.urihttps://repositorio.cruzeirodosul.edu.br/jspui/handle/123456789/4825-
dc.description.abstractThe present study aimed to identify the social representations of professionals and law students about distance learning and to understand its dynamics in the legal context, as well as to offer information to reflect on Law courses in Brazil, whether face-to-face or distance learning. It had as a hypothesis that distance learning could cause strangeness to professionals and undergraduate students in Law and thus, they would have an attitude of resistance to this teaching methodology, since Law education is traditionally conservative and elitist, guided by a positivist tradition, with methodology favors the face-to-face format with lectures following the coimbrão model. The possibility of expanding distance classes to 40% of the academic load of face-to-face Law courses, regulated by Ordinance n. 2.177/2019 of the Ministry of Education motivated the development of this study, which became more relevant as a result of the global pandemic of the new coronavirus that emerged at the end of 2019, in view of the need to think about more sophisticated and refined study methodologies related to the social reality. The literature review allowed a closer look at the history of Law education and distance education, as well as evidenced the scarcity of scientific productions associating each other. The adopted theoretical-methodological proposal was supported by the Theory of Social Representations, based on studies by Moscovici (2012), Marková (2017), and Novaes (2010, 2015). For this purpose, professionals and Law students were asked to answer an electronic questionnaire, consisting of a question based on the technique of free association of words, as well as objective and discursive questions. In total, 51 participants answered the questionnaire and, among them, 41 had already taken at least one distance course subject. For the analysis of the textual corpus, three strategies were used: i) descriptive statistics for analysis of closed questions; ii) for the evocations, IraMuTeQ and Evoc software was used, following the guidelines of Sá (1998); iii) content analysis for open questions, supported by the precepts of Franco (2021). The results showed emphases in the social representations of professionals and Law students, who, when it comes to EaD, see it from two guiding elements: discipline and practicality, seeking to balance these two forces like a scale, like the symbol of the Law course. The prevailing perception is that distance classes are not suitable for graduation in Law, insofar as the teacher is seen as the protagonist, while they see EaD as a methodology in which the student is the center. It was found that elements of the social representations of Law education are preserved, such as: the elitist character and formal rigor, insofar as distance education is mostly understood as a poor-quality education, which students and professionals reject, since they want to become professionals not only because of the social contribution, but also because of the intellectual status conferred on them, confirming in part the initial hypothesis.pt_BR
dc.languageporpt_BR
dc.publisherCruzeiro do Sul Educacionalpt_BR
dc.rightsAcesso Abertopt_BR
dc.subjectEnsino jurídicopt_BR
dc.subjectGraduação em Direitopt_BR
dc.subjectEducação a distânciapt_BR
dc.subjectRepresentações sociaispt_BR
dc.subjectDialogicidadept_BR
dc.titleEducação jurídica a distância: o que pensam profissionais e estudantes de direito?pt_BR
dc.typeDissertaçãopt_BR
dc.creator.Latteshttp://lattes.cnpq.br/4648692639717781pt_BR
dc.contributor.advisor1Novaes, Adelina de Oliveira-
dc.contributor.advisor1IDhttps://orcid.org/0000-0003-2028-2837pt_BR
dc.contributor.advisor1Latteshttp://lattes.cnpq.br/9753854726358178pt_BR
dc.description.resumoO presente estudo buscou identificar as representações sociais de profissionais e estudantes de direito acerca da educação a distância e compreender suas dinâmicas no contexto jurídico, bem como oferecer informações para refletir acerca dos cursos jurídicos no Brasil, sejam eles presenciais ou a distância. Teve como hipótese que a educação a distância poderia causar um estranhamento aos profissionais e estudantes da graduação em direito e com isso estes manifestassem uma postura de resistência a esta modalidade, já que o ensino jurídico é tradicionalmente conservador e elitista, orientado por uma tradição positivista, cuja metodologia privilegia o formato presencial com aulas expositivas seguindo o modelo coimbrão. A possibilidade de ampliação das aulas a distância para 40% da carga horária dos cursos de direito presenciais, regulamentada pela Portaria n. 2.177/2019 do Ministério da Educação motivou o desenvolvimento do presente estudo, que ganhou ainda mais importância em decorrência da pandemia mundial do novo coronavírus que surgiu no final do ano de 2019, em vista da necessidade de se pensar metodologias de estudo mais sofisticadas e afinadas a realidade social. A revisão de literatura permitiu uma maior aproximação com o histórico do ensino jurídico e da educação a distância, bem como evidenciou a escassez de produções científicas que associassem um ao outro. A proposta teórico-metodológica adotada amparou-se na Teoria das Representações Sociais, a partir dos estudos de Moscovici (2012), Marková (2017), e Novaes (2010, 2015). Para tanto, solicitou-se que os profissionais e estudantes de direito respondessem a um questionário eletrônico, composto por uma questão baseada na técnica de associação livre de palavras, bem como questões objetivas e discursivas. No total, 51 participantes responderam ao questionário e, entre eles, 41 já haviam cursado pelo menos uma disciplina a distância. Para a análise do corpus textual foram utilizadas três estratégias: i) a estatística descritiva para análise das questões fechadas; ii) para as evocações, recorreu-se ao processamento pelos softwares IRaMuTeQ e Evoc, seguindo as orientações de Sá (1998); iii) análise de conteúdo para as questões abertas, amparada nos preceitos de Franco (2021). Os resultados evidenciaram tônicas nas representações sociais de profissionais e estudantes de direito, que, ao compreender a EaD a partir de dois elementos norteadores: a disciplina e a praticidade, buscam equilibrar essas duas forças como uma balança, a exemplo do símbolo do curso de direito. Prevaleceu a compreensão de que as aulas a distância não são adequadas a graduação em direito, na medida em que o professor é visto como o protagonista, ao passo que enxergam a EaD como uma modalidade na qual o aluno é o centro. Constatou-se que elementos das representações sociais sobre o ensino jurídico estão preservados, a saber: o caráter elitista e o rigor formal, na medida em que a EaD é compreendida maiormente como uma educação de pior qualidade, a qual os estudantes e profissionais rechaçam, posto que querem se constituir profissionais não só em razão da contribuição social, como também em razão do status intelectual que lhe é conferido, confirmando em parte a hipótese inicial.pt_BR
dc.publisher.countryBrasilpt_BR
dc.publisher.departmentUniversidade Cidade de São Paulopt_BR
dc.publisher.programPrograma de Pós-Graduação Mestrado em Educaçãopt_BR
dc.publisher.initialsUNICIDpt_BR
dc.subject.cnpqCNPQ::CIENCIAS HUMANAS::EDUCACAOpt_BR
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